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Pesquisa: Baixa Testosterona Associada a Mortalidade Precoce

A baixa testosterona associada a mortalidade precoce em homens foi tema de um estudo da Austrália. Veja quais os resultados

 

Contrariando as crenças científicas anteriores, à primeira vista, a testosterona não parece diminuir a expectativa de vida dos homens. Do contrário, a sua deficiência pode estar associada a um risco maior de morte precoce.

Essa conclusão, de antemão, é resultado de uma nova pesquisa realizada pela Universidade da Austrália Ocidental, cujos detalhes foram publicados na revista Annals of Internal Medicine.

Baixa Testosterona Associada a Mortalidade Precoce?

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O estudo acompanhou os níveis de testosterona de homens ao longo de cinco anos. Os resultados, então, mostraram que aqueles com níveis mais baixos do hormônio apresentavam uma maior probabilidade de morte, com as doenças cardíacas sendo a principal causa.

A disfunção erétil, um sintoma frequentemente associado à baixa testosterona, pode igualmente indicar problemas cardíacos. Assim, há uma conexão, embora não completamente esclarecida, entre a testosterona e as doenças cardíacas, responsáveis por grande parte dos óbitos masculinos.

Por outro lado, o estudo não comprova que o baixo nível de testosterona é a causa direta das mortes. Por enquanto, os pesquisadores apenas identificaram uma relação entre esses fatores.

A Diminuição Progressiva da Testosterona

É importante ressaltar, sobretudo, que, com o passar do tempo, os níveis de testosterona naturalmente diminuem entre os homens. Esse processo, especialmente em homens mais velhos, é conhecido como andropausa ou menopausa masculina.

Após os 30 anos, a redução média é de cerca de 1% ao ano, conforme explica Daniel Kelly, bioquímico e professor sênior na Universidade Sheffield Hallam, na Inglaterra. Embora Kelly não tenha contribuído para a recente revisão sistemática, ele pontua em um artigo para a plataforma The Conversation:

Essa diminuição ao longo do tempo se deve, pelo menos em parte, a uma lenta diminuição da capacidade dos testículos de produzir testosterona e a uma redução nos sinais que os instruem a fazê-lo.

Referência: Portal Olhar Digital.

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