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Tratamento para Câncer de Pele no SUS: Nova Tecnologia em Uso

Conheça a nova tecnologia disponível de tratamento para câncer de pele no SUS, um procedimento a laser que promete ser eficaz


Os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) que enfrentam o tipo mais prevalente de câncer de pele estão prestes a receber uma inovação no campo do combate à doença. Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) desenvolveram uma tecnologia inteiramente nacional, mais eficaz e confortável, de tratamento para câncer de pele no SUS.

Dessa forma, esse avanço, recentemente aprovado para uso na saúde pública, promete oferecer uma alternativa rápida e menos desconfortável no tratamento dessa condição. A inovação ainda elimina a necessidade de os pacientes se submeterem a procedimentos cirúrgicos.

Além disso, vale destacar, essa medida tem estado acessível no setor privado por aproximadamente uma década. No entanto, graças ao desenvolvimento de uma tecnologia nacional, o dispositivo foi recentemente aprovado para uso no SUS em julho deste ano.

Sobre o Tratamento para Câncer de Pele no SUS

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O procedimento começa com a aplicação de uma pomada que é absorvida pela pele do paciente. Posteriormente, o paciente é submetido à terapia fotodinâmica, a qual tem a capacidade de eliminar as células cancerígenas. Como resultado, em apenas duas sessões de aproximadamente 20 minutos cada, mais de 90% dos pacientes já apresentam chances significativas de cura.

O tratamento a laser, parte desse processo, está disponível de forma gratuita no Hospital Amaral Carvalho, situado na cidade de Jaú, no interior do estado de São Paulo. Esse hospital é um dos 70 centros de estudo que adotam a terapia, oferecendo-a aos pacientes.

“O foco do nosso projeto é o carcinoma basocelular em fase inicial de tratamento, uma lesão pequena, com subtipo histológico específico para ser contemplado, para receber a terapia fotodinâmica”, explica a dermatologista Ana Gabriela Sálvio.

Esse tratamento é particularmente eficaz no combate às lesões não melanoma, que representam a maioria dos casos de câncer de pele no Brasil. O dispositivo já foi utilizado para tratar mais de 5 mil lesões e está em uso em nove países da América Latina. 


Com informações do Portal Giz Brasil.

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