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Estudo: Os Riscos dos Altos Níveis de Potássio no Sangue

Veja os riscos dos altos níveis de potássio no sangue para pacientes com doença renal crônica e insuficiência cardíaca!

 

De acordo com a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), cerca de 10 milhões de pessoas no Brasil sofrem de doença renal crônica (DRC), uma condição caracterizada pela deterioração progressiva da função renal ao longo do tempo.

Além disso, 4 milhões de brasileiros convivem com insuficiência cardíaca (IC). Esta, caracteriza-se por uma doença crônica onde o coração não consegue bombear sangue de forma eficiente, comprometendo a distribuição de nutrientes e oxigênio pelo corpo.

A hiperpotassemia, caracterizada por níveis elevados de potássio no sangue e frequentemente assintomática, é uma complicação comum em pacientes com DRC e IC. Em suma, essa condição pode ser exacerbada por diversos fatores, incluindo medicamentos que interferem na excreção de potássio pelos rins.

Nova Visão sobre os Riscos dos Altos Níveis de Potássio no Sangue

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Neste ano, a AstraZeneca lançou no Brasil um tratamento inovador para hiperpotassemia, trazendo esperança para muitos pacientes. Estudos clínicos envolvendo mais de 1.700 pacientes demonstraram que, em até uma hora após a primeira dose, houve uma rápida redução dos níveis de potássio no sangue.

Impressionantemente, 88% dos pacientes mantiveram níveis controlados de potássio por 11 meses. Além disso, 90% dos pacientes com condições renais e/ou cardiovasculares conseguiram continuar a terapia com inibidores do sistema de renina-angiotensina-aldosterona (iSRAA) por 12 meses.

As reações adversas mais comuns relatadas foram relacionadas a edema, ocorrendo em 5,7% dos pacientes tratados. Para gerenciar esses eventos, 53% dos pacientes foram tratados com diuréticos ou tiveram a dosagem de seus diuréticos ajustada, enquanto os outros não necessitaram de tratamento adicional.

Prevalência da Hiperpotassemia

Segundo dados da literatura, aproximadamente 50% das pessoas com doença renal crônica (DRC) apresentam hiperpotassemia, em contraste com apenas 2-3% da população geral. Pacientes com DRC associada a diabetes mellitus e/ou insuficiência cardíaca estão em maior risco de desenvolver essa alteração metabólica.

Sobretudo, em uma pessoa saudável, os níveis de potássio no sangue variam entre 3,5 a 5,0 milimoles por litro (mmol/L). No entanto, em pacientes com hiperpotassemia, esses níveis ultrapassam 5,0 mmol/L.

Pacientes em diálise representam 33,3% dos casos de hiperpotassemia, aqueles com injúria renal aguda representam 25,7%, pacientes com doença renal crônica não dialítica compõem 14,6%. Enquanto isso, insuficiência cardíaca e diabetes representam 8,6% e 8,4% dos casos, respectivamente.

Referência: Portal Hospitais Brasil.

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