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Paciente idosa com alzheimer exercitando a memória

Treino Mental pode Reduzir Risco de Alzheimer; Entenda!

A princípio, o treino mental pode reduzir risco de alzheimer, de acordo com resultados de pesquisas recentes que analisam o impacto dos estímulos cognitivos na saúde do cérebro. Cientistas norte-americanos conduziram o estudo com mais de 2.800 participantes acompanhados por cerca de 20 anos.

A pesquisa, sobretudo, reforçam que o treinamento cognitivo não apenas melhora habilidades mentais, bem como memória e atenção, mas pode influenciar a progressão de doenças neurodegenerativas.

Como o Treino Mental pode Reduzir Risco de Alzheimer?

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O estudo acompanhou adultos norte-americanos com 65 anos ou mais e recebeu financiamento do governo dos Estados Unidos. Assim, os pesquisadores avaliaram três modalidades diferentes de treinamento mental para entender como cada uma influenciava a saúde cognitiva ao longo do tempo.

Entre as abordagens, então, apenas uma apresentou resultados expressivos. O treinamento focado na identificação rápida de objetos em uma tela mostrou associação com uma redução de 25% no risco de diagnóstico de demência, de acordo com os dados coletados.

Para conduzir o experimento, os cientistas dividiram os participantes de forma aleatória em dois grupos. Um deles participou de sessões de treinamento cognitivo com duração média de 60 a 75 minutos, enquanto o outro seguiu sem essa intervenção específica.

“Um treinamento simples, feito durante algumas semanas, pode ajudar pessoas a se manterem mentalmente saudáveis por anos.”
Jay Bhattacharya
Diretor dos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA

O Que os Participantes Fizeram?

Os pesquisadores desenvolveram intervenções para estimular diferentes funções cognitivas, bem como memória, raciocínio e velocidade de processamento visual. No entanto, os resultados mostraram um dado relevante: apenas o treinamento voltado à velocidade de processamento demonstrou impacto real na redução ou no adiamento do diagnóstico de demência.

Nesse sentido, o participante observa a tela de um computador e precisa identificar rapidamente qual de dois objetos aparece diante dele. Ao longo da sessão, os estímulos visuais surgem por períodos cada vez mais curtos, o que exige respostas mais rápidas e incentiva o cérebro a aprimorar o desempenho.

Na etapa seguinte, o desafio aumenta. O participante deve identificar um alvo no centro da tela enquanto outros estímulos aparecem na visão periférica. Logo, com o avanço das atividades, o nível de dificuldade cresce gradualmente, estimulando ainda mais a agilidade e a atenção do cérebro.

Referência: Portal Veja Abril.


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