IA Aumenta Detecção de Câncer de Fígado Em Até 72%; Veja!
A evolução da inteligência artificial (IA), antes de mais nada, vem ampliando significativamente a detecção de câncer de fígado, principalmente nos casos de carcinoma hepatocelular, considerado o tipo mais frequente da doença. Os dados foram publicados no periódico Journal of Medical Economics.
Segundo os pesquisadores, a utilização do algoritmo aumentou a capacidade de identificação precoce das lesões de 55% para até 72%. Isso mostra que a tecnologia apresentou desempenho superior em comparação aos métodos convencionais de Ultrassonografia.
Novo Algoritmo para Detecção de Câncer de Fígado

Para validar a tecnologia, com nome de GAAD, os pesquisadores desenvolveram um modelo de microssimulação baseado em dados de 100 mil pacientes italianos. Em suma, todos apresentavam diagnóstico de cirrose e realizavam acompanhamento devido ao risco de carcinoma hepatocelular.
Além de analisar a eficácia do algoritmo, o estudo investigou igualmente a relação custo-benefício da incorporação da ferramenta no monitoramento de pacientes com maior probabilidade de desenvolver tumores hepáticos.
Nesse sentido, o algoritmo gera um escore de risco individual para desenvolvimento de câncer de fígado. Para isso, a tecnologia analisa quatro variáveis principais: sexo, idade e os biomarcadores sanguíneos AFP e PIVKA-II.
“ A chegada do algoritmo poderia representar uma ferramenta complementar, funcionando como uma espécie de ‘segunda opinião’ digital”.
– Carolina Pimentel, hepatologista e professora de pós-graduação em Gastroenterologia
Importância de Antecipar o Diagnóstico
Acima de tudo, um dos maiores desafios relacionados ao câncer de fígado envolve justamente sua evolução silenciosa. Em muitos casos, a doença avança sem sinais evidentes nas fases iniciais, o que dificulta o diagnóstico precoce.
Entre os sintomas mais comuns estão dor abdominal persistente, aumento do volume abdominal, perda de peso sem causa aparente, redução do apetite e sensação frequente de mal-estar.
Sobretudo, tabagismo, consumo excessivo de álcool, obesidade e uso indiscriminado de esteroides anabolizantes aparecem entre os principais fatores associados ao câncer de fígado, principalmente quando combinados com doenças hepáticas crônicas já existentes.
Referência: Portal Veja Saúde.
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