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Oftalmologista avaliando saúde ocular da paciente com terapia de luz

Terapia com Luz para Tratamento Oftalmológico no Brasil: Veja!

 

Uma terapia com luz para tratamento oftalmológico amplia as possibilidades de abordagem de determinadas doenças oculares. Em suma, a tecnologia Eye-Light, desenvolvida pelo grupo EssilorLuxottica, chega ao Brasil com uma proposta terapêutica baseada em diferentes modalidades de fototerapia.

Conforme o comprimento de onda, a intensidade e a frequência dos estímulos, a luz pode modular processos biológicos e contribuir para o manejo de condições específicas. Isso inclui o olho seco e a degeneração macular relacionada à idade (DMRI), por exemplo.

Como Funciona a Terapia com Luz para Tratamento Oftalmológico?

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O aparelho, antes de tudo, utiliza um sistema não invasivo de fotomodulação para atuar em condições que podem comprometer a visão. Além disso, o procedimento busca proporcionar conforto ao paciente, sem causar dor durante a aplicação.

Estudos e documentos internacionais reconhecem o uso de terapias com luz em determinadas condições oftalmológicas. Entre elas, estão alterações do filme lacrimal, síndrome do olho seco e blefarite, uma inflamação das pálpebras que pode envolver a presença de bactérias.

No entanto, a indicação depende de uma avaliação individualizada. O oftalmologista deve considerar as características de cada quadro e, quando necessário, associar a fototerapia a outras abordagens.

Visualização com Precisão

Segundo o fabricante, o Eye-Light pode auxiliar igualmente na recuperação após cirurgias oftalmológicas. Assim, o equipamento ajusta o tipo, a intensidade e a frequência da luz conforme a aplicação proposta e a condição ocular avaliada.

Esses parâmetros permitem direcionar a terapia a diferentes estruturas dos olhos, desde a região anterior até áreas localizadas no fundo do globo ocular. No entanto, a escolha do protocolo depende da avaliação do oftalmologista e das indicações específicas de cada modalidade.

Em pacientes com olho seco associado à disfunção das glândulas responsáveis pela camada lipídica da lágrima, por exemplo, determinadas terapias de luz buscam melhorar o funcionamento dessas glândulas.

E as Demais Condições?

Por fim, ainda pode ser indicado para alguns casos de blefarite crônica, uma inflamação persistente das pálpebras. Conforme a avaliação clínica, o protocolo pode combinar a terapia de luz pulsada intensa (IPL) com máscaras de fotobiomodulação.

Além disso, a tecnologia contempla aplicações para a retina, incluindo a degeneração macular relacionada à idade (DMRI) na forma seca. A indicação da terapia, porém, depende da avaliação oftalmológica e das evidências disponíveis para cada aplicação.

Referência: Portal Veja Abril.


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