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Criança com Febre: O Que Fazer?

A princípio, entender o que fazer ao presenciar uma criança com febre pode gerar muitas dúvidas entre pais e responsáveis, principalmente quando a temperatura sobe de repente. É comum surgir insegurança sobre quando medicar, quando observar e em que momento a febre deixa de ser algo esperado para se tornar um sinal de alerta.

Neste artigo, então, a SPX, Referência em Saúde e Medicina Diagnóstica, explica de forma clara o que fazer diante da febre infantil. Além disso, saiba quais cuidados são recomendados e quando buscar avaliação médica.

Febre Infantil: O Que Acontece no Corpo do Seu Filho?

Criança em estado febril acamada

A febre infantil, antes de mais nada, é uma resposta natural do organismo a infecções, inflamações ou outros estímulos. Quando a temperatura sobe, o corpo da criança ativa mecanismos de defesa para combater agentes externos, bem como vírus e bactérias.

A seguir, portanto, veja os principais sintomas que podem surgir junto com a febre:

  • Corpo quente ao toque;
  • Calafrios ou tremores;
  • Prostração ou cansaço excessivo;
  • Irritabilidade ou choro fácil;
  • Diminuição do apetite;
  • Dor no corpo ou dor de cabeça, conforme a idade.


Além do aumento da temperatura, o organismo da criança passa igualmente por alterações metabólicas e imunológicas. O coração pode bater mais rápido, a respiração fica acelerada e há maior perda de líquidos, por exemplo, o que reforça a importância do acompanhamento.

Nova Definição e Orientações para Criança com Febre

Para padronizar o conceito de febre e facilitar a avaliação clínica, a Sociedade Brasileira de Pediatria atualizou, em maio, a definição de febre em crianças. Desde já, considera-se febre a temperatura igual ou superior a 37,5 °C.

A entidade, ainda assim, reforça que a febre deve ser considerada sinal de alerta nas seguintes situações:

  1. Bebês com menos de 3 meses, quando a temperatura está acima de 38 °C ou abaixo de 35,5 °C.

  2. Persistência de alterações no comportamento, mesmo após a febre baixar, bem como irritação intensa, choro contínuo, apatia, pouca reação ou recusa para mamar ou se alimentar.

  3. Febre associada a sintomas persistentes, incluindo dor de cabeça intensa, vômitos que não cessam, rigidez no pescoço, confusão mental, sonolência excessiva, dificuldade importante para respirar ou queda do estado geral.

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Consulta: Como Funciona a Avaliação?

O pediatra é o especialista mais indicado para avaliar a febre infantil. Em suma, se aciona ele sempre que a febre persiste, se repete com frequência ou vem acompanhada de outros sintomas preocupantes. Sobretudo, em bebês pequenos, qualquer elevação de temperatura já merece atenção médica imediata.

Durante a consulta, então, o pediatra realiza uma avaliação completa da criança. Analisa a idade, o histórico de saúde, o tempo de duração da febre e o comportamento apresentado em casa. Em seguida, faz o exame físico para identificar sinais de infecção, inflamação ou outras alterações que possam explicar o quadro.

Enfim, o especialista orienta os cuidados mais adequados. Isso inclui medidas em casa, uso correto de medicamentos quando necessários e, por vezes, a solicitação de exames para investigação.

Quais Exames Podem ser Necessários?

Em casos de febre infantil, o pediatra pode solicitar exames para identificar a causa do aumento da temperatura, principalmente quando a febre persiste, se repete ou vem acompanhada de outros sinais clínicos. São eles:

  • Exame de sangue: Auxilia na identificação de infecções, inflamações e alterações que eventualmente sugerem origem viral ou bacteriana.

  • Exame de urina: Importante para investigar infecções do trato urinário, comuns em crianças pequenas e, muitas vezes, sem sintomas específicos.

  • Teste rápido para vírus respiratórios: Ajuda a detectar agentes bem como influenza, vírus sincicial respiratório e outros vírus comuns na infância.

  • Radiografia de tórax: Quando há suspeita de infecção pulmonar ou sintomas respiratórios persistentes.

  • Exames de fezes: Quando a febre está associada a diarreia prolongada ou sinais de infecção intestinal.


Cuidado com Remédios para Estado Febril

Acima de tudo, deve-se administrar os antitérmicos quando a criança apresenta sinais claros de mal-estar, como irritabilidade, choro intenso, redução do apetite ou alterações no sono. Do contrário, não se recomenda o uso alternado desses medicamentos, pois não traz benefícios adicionais.

Estudos mostram que a combinação de antitérmicos aumenta o risco de superdosagem sem melhorar o efeito terapêutico. Logo, as orientações atuais priorizam a avaliação global da criança com febre, e não apenas a contagem exata da temperatura.

Essa abordagem, assim, contribui para reduzir a ansiedade da família, evitar consultas desnecessárias e diminuir o uso inadequado de medicamentos. Ao mesmo tempo, preserva a resposta natural de defesa do organismo e promove um cuidado mais seguro e consciente.

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Como Aliviar a Febre em Crianças com Medidas Simples

Similarmente, quando a criança está com febre, algumas medidas simples ajudam a reduzir o desconforto e trazer mais bem-estar enquanto o organismo reage:

  1. Manter a criança hidratada: Oferecer água, leite ou líquidos adequados à idade ajuda a evitar a desidratação.

  2. Vestir roupas leves: Isso facilita a troca de calor e ajuda o corpo a regular a temperatura.

  3. Preparar um ambiente arejado: Locais frescos e ventilados colaboram igualmente para o conforto térmico.

  4. Respeitar o descanso: Permitir que a criança durma e se recupere faz parte do processo natural de melhora.

  5. Administrar antitérmicos somente com orientação: Seguir a dose correta e a recomendação médica é essencial.

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Enfim, compreender as orientações para febre em crianças exige informação, atenção e decisões conscientes no momento certo. Como resultado, a família atua de forma mais estratégica, reduz riscos e assegura um cuidado mais eficiente e tranquilo.

Para apoiar esse cuidado, a SPX Santana de Parnaíba disponibiliza consultas com pediatra e outras especialidades, além de exames de imagem e laboratoriais. Já as unidades de Taubaté, Joinville e Belo Horizonte fornecem apenas exames de imagem.

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